domingo, 27 de maio de 2012


Prólogo de:
A cigana e a Lua
Poderia um amor vencer as barreiras do preconceito?
Dara achava que sim e, estava disposta lutar contra tudo e todos, ela estava disposta até mesmo a lutar contra forças sobre naturais da natureza. Mulher impressionante e fascinante que despertava a atração de todos os homens que para ela olhassem. E isso não foi diferente como o príncipe Perez. Assim que o nobre a viu dançando sob a luz da lua redeu-se imediatamente aos seus encantos. Dara nunca em toda a sua vida havia se apaixonado e aceitava as regras e costumes de seu povo com exatidão. Porém assim que seu olhos fitaram os de Perez ela também se redeu ao monarca da e herdeiro de uma das maiores fortunas do condado de Oxfordshire. Perez, porém foi criado com muito mimo por todos que o cercavam, e retribuiu isso com arrogância e maldade. Até que conheceu Dara a jovem e linda cigana eu mudaria seus costumes e jeito de ser. Ambos estavam presos ao amor, mas algo funesto estava escondido por traz da beleza e meiguice daquela jovem encantadora...
Por sua vez Dara sabia que, nunca em seu mundo nunca havia sito tão feliz como fora nos braços de Perez. Ela sabia que ele era a razão do seu viver e tinha a plena certeza de que ele também estaria disposto largar tudo até mesmo um título de nobreza para ficar ao lado dela.
Ela estava tão feliz que seu peito parecia explodir... Precisava se encontrar com Perez e contar-lhe qual fora decisão que tomara. Ela havia aceitado fugir-se com ele e sabia que seriam muito felizes longe de todos... Porém algo não aconteceu como Dara planejava, era algo muito além de sua capacidade de raciocínio algo que mudaria a vida daquele casal de apaixonados para sempre...
Dara teria que ser forte e firme pelos dois, pois sua vontade teria que prevalecer.
Para saber o que acontece com esse casal de enamorados leia A Cigana e a Lua.


Quando tive a ideia de fazer esse livro sobre, lendas urbanas, mitos e o folclore brasileiro as primeiras estórias que me que me vieram à cabeça foram: crocodilos nos esgotos de NY, serial killers com mão de gancho, cadáveres  disfarçados de decoração de haloween e mais trocentas outras lendas tipicamente norte-americanas.  Mas, todas elas são muito distantes da nossa realidade, nossos esgotos não são muito misteriosos, pois vivem a céu aberto, nós não temos haloween no Brasil pelo menos em grande parte dele e serial killers não são tão comuns aqui como são lá nos EUA.  Então pensei, porque não fazer um post somente com lendas brasileiras e misturar também as lendas de dos outros países?! Acho que vocês devem estar pensando a mesma coisa que eu pensei quando tive a ideia, Saci Pererê, Boi Tatá, Curupira Bloddy Mary a bruxa do espelho e assim por diante. Se bem, que eles não são exatamente lendas urbanas, e sim mitos que fazem parte do folclore brasileiro e de outros países. Fiz uma mistureba e vou deixá-los ver no que deu.
Depois de uma extensa pesquisa, consegui juntar algumas lendas realmente urbanas e bem tupiniquins. Pra falar a verdade, até me surpreendi com o resultado dessa pesquisa, pois, na imagem que tinha da cultura popular brasileira, lendas urbanas não se encaixavam muito bem, não com a mesma sinergia que vejo nos norte-americanos. Felizmente o quadro é outro, e por isso fiz essa pequena relação com as lendas urbanas brasileiras mais recorrentes e coloquei aí em baixo.
Listo abaixo as mais famosas e assustadoras lendas urbanas de todos os tempos.
Começarei por Bloddy Mary (a bruxa do espelho) e irei até aonde a imaginação me levar.

 Sejam bem vindos ao mundo do sensacionalismo!
  
Adriana Matheus

Bloddy Mary a bruxa do espelho...
Em 1978, o especialista em folclores, Janet Langlois, publicou nos Estados Unidos uma lenda que até hoje aterroriza os jovens do mundo inteiro, principalmente da América. Trata-se de Bloddy Mary, conhecida também como a bruxa do espelho, um espírito vingativo que surge quando uma jovem, envolta em seu cobertor, sussurra, à meia-noite, iluminada por velas. Diante do espelho do banheiro, treze vezes as palavras Bloddy Mary. Segundo a lenda, o espírito de uma mulher cadavérica surge refletido no espelho e mata de forma sangrenta e violenta as pessoas que estão no banheiro. Há quem diga que Mary foi executada há cem anos por praticar as artes da magia negras, mas há também uma história mais recente envolvendo uma bela e extremamente vaidosa garota que, após um terrível acidente de carro, teve seu rosto completamente desfigurado. Sofrendo muito preconceito, principalmente de seus amigos e familiares, ela decidiu vender a alma. Há outro caso famoso de uma jovem nova-iorquina que dizia não acreditava na lenda, mas após realizar a mórbida brincadeira, escorregou das escadaria de sua casa e quebrou a bacia e dizem que ate hoje esta jovem encontra em estado de coma. A jovem ainda vive sobre este estado vegetativo nos EUA, mas sua identidade é um sigilo absoluto. Dizem que esta é a verdadeira história de Mary que alguém de sua família para mantê-la viva sobre o coma vendeu sua alma ao diabo dando assim chance a moça de ressurgir cada vez que alguém lhe chamar treze vezes na frente de um espelho e com isso a parece seu reflexo que suga para dentro do espelho a lama de jovens que a desafiam. Ai, ai, verdade ou não eu é quem não vou fazer o teste